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		<title>Surfsaurosnews</title>
		<description>Notícias e atualizações do site dos Surfsauros.</description>
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		<lastBuildDate>Sat, 19 May 2012 17:25:39 +0100</lastBuildDate>
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			<title>Surfsauros RSS</title>
			<link>http://www.surfsauros.com.br</link>
			<description>Notícias e atualizações do site dos Surfsauros.</description>
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			<title>TEDxCuria - Andres Fernandez</title>
			<link>index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=287&amp;Itemid=50</link>
			<description>nO5XDFLYIGE</description>
			<category>Vídeos - Vídeos de Surf</category>
			<pubDate>Tue, 08 May 2012 08:42:43 +0100</pubDate>
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			<title>Curso de Fotografia de Surf com Sebastian Rojas</title>
			<link>index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=286&amp;Itemid=107</link>
			<description>            Embarquei  para SP  na quinta feira  depois do meio dia. Quem me buscou no aeroporto de Guarulhos foi o Jos&amp;eacute; Eduardo Sanches, fotografo e organizador do evento, da&amp;iacute; passamos no Guaruj&amp;aacute; pegar o Sebastian e seguimos para a praia de Maresias , na pousada Canto M&amp;aacute;gico, onde rolou o evento. O cara chegou de Uno, onde tinha j&amp;aacute; o equipamento dele, ai subi com meu equipamento, e ficou meio cheio, ai embarcou o Sebastian com muito mais equipamento ainda, ou seja o mini porta malas do Uninho encheu at&amp;eacute; o teto e o banco de tr&amp;aacute;s mal dava espa&amp;ccedil;o para o Sebastian sentar.Chegamos com chuva, e sexta  choveu o dia todo, o dia foi de aula te&amp;oacute;rica, sobre fotografia, uma boa medida para  nivelar o pessoal nesse tema.Alem de tratar temas b&amp;aacute;sicos como fotometria  etc., forneceu valiosas dicas de como conseguir boas fotos de surf. S&amp;aacute;bado come&amp;ccedil;ou a parte pr&amp;aacute;tica do workshop,  o pessoal tava mais a vontade, mais enturmado  no total sete alunos, seis caras e uma guria. Na pousada o caf&amp;eacute; da manh&amp;atilde; come&amp;ccedil;a oito e meia da manh&amp;atilde;, muito tarde para quem que dar uma olhada no mar bem cedo.Como todo banho de surfista onde tem um grupo, visitamos varias praias e depois das longas considera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de todo o pessoal envolvido, decidimos ficar na praia da Baleia, por ser a mais indicada ( t&amp;iacute;pico de trip de surf, n&amp;atilde;o?). As ondas eram de um metro mais ou menos (eu acho),  e fomos fotografando de fora d&amp;aacute;gua, com as maravilhosas lentes de 600mm , de propriedade do Sebastian e do Jose. E levei a minha lente de 480mm, e usei ela para fotografar a maior parte do tempo, assim como a minha caixa estanque para fotografias dentro d&amp;aacute;gua. No fim do curso dev&amp;iacute;amos apresentar um conjunto de fotografias de diversas categorias como :- Fotos de a&amp;ccedil;&amp;atilde;o , tiradas dentro e fora da &amp;aacute;gua.- Fotos de paisagem.- Foto de upline.E tinha tamb&amp;eacute;m a categoria  &amp;ldquo;del&amp;iacute;rio&amp;rdquo;  nos a chamar&amp;iacute;amos de col&amp;iacute;rio tal vez.  Sabe, aquelas gostosas da praia?  Com a lentes tele ficava bem f&amp;aacute;cil  conseguir fotos muito legais.Bem chegou o momento de entrar na &amp;aacute;gua, eu perguntei se a gente  procurava alguma regi&amp;atilde;o para facilitar a entrada, tipo canal ou algo assim.. Que nada, l&amp;aacute; dentro est&amp;atilde;o os surfistas e nos entramos direto. Tomei umas dez ondas na cabe&amp;ccedil;a, n&amp;atilde;o consegui varar, com p&amp;eacute; de pato e a c&amp;acirc;mera, o espum&amp;atilde;o me pegava e eu era jogado l&amp;aacute; para fora.Ai come&amp;ccedil;ou o deixa para l&amp;aacute;, o Sr. n&amp;atilde;o  precisa entrar, e todas essas bobagens que se falam para dizer que tu t&amp;aacute; velho para isso ...sabe?Eu descansei, sentei na areia at&amp;eacute; repor o f&amp;ocirc;lego, e pensei, p&amp;ocirc; n&amp;atilde;o vim do sul para passar vergonha aqui, alem do mais, paguei para aprender a tirar fotos de surf, n&amp;atilde;o ia deixar assim. Ai peguei a c&amp;acirc;mera, e foi entrando, aguentei de p&amp;eacute;  todo o que deu, furei umas tr&amp;ecirc;s ondas, aproveitei uma vala, e pronto tava no line up. O professor, que  j&amp;aacute; tinha sa&amp;iacute;do pensando que o velinho aqui n&amp;atilde;o entraria, teve que voltar... Ai fiquei umas duas horas no mar, boiando com a c&amp;acirc;mera , aprendendo a me posicionar e a proceder para tirar as fotos. O pessoal gostou que eu entrasse  no s&amp;aacute;bado, mas domingo n&amp;atilde;o entrei, j&amp;aacute; tinha minhas fotos e os conhecimentos, e tinha uma viagem de noite.Domingo ca&amp;iacute;mos em Maresias, esper&amp;aacute;vamos um terral para que as ondas (1m)  formassem tubos, mas o vento que estava lateral (leste)  foi virando para sul devagarzinho e ficou maral o resto do dia. Resultado,  ondas cheias,  mas sem tubos e bastante fechadeiras, bom para fotografar desde a praia. Sem tubos o que se apresenta s&amp;atilde;o a&amp;eacute;reos, batidas e flooters. Por sinal tinha uma grande propor&amp;ccedil;&amp;atilde;o de longboards na &amp;aacute;gua, sempre.Outro detalhe &amp;eacute; o crowd de fot&amp;oacute;grafos free lancer na areia, isso n&amp;atilde;o tinha visto ainda aqui no sul. Devo mencionar que a galera era tudo gente fina, brincadeiras o dia todo, um clima muito bom de camaradagem e colabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Outro detalhe a ser mencionado s&amp;atilde;o os borrachudos, nunca vi tantos, mordiam a gente no meio da praia, terr&amp;iacute;vel!Domingo de tarde foi o encerramento do curso, e depois disso um dos participantes, que &amp;eacute; local da regi&amp;atilde;o, e pescador de profiss&amp;atilde;o, o Alexandro (alias Pereirinha, ou Robalo), levou uns badejos e umas garopas pescadas por ele mesmo  e fez na grelha, envolvidos numa folha de bananeira, muito bom mesmo, nota dez, um  assador de peixe muito melhor do que eu  ...Clique aqui para ver algumas fotos do curso. (index.php?option=com_rsgallery2 Itemid=109 gid=14)       </description>
			<category>Relatos e Trips - Relatos e Trips</category>
			<pubDate>Fri, 23 Mar 2012 07:04:52 +0100</pubDate>
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			<title>Mentawaii 2011</title>
			<link>index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=285&amp;Itemid=107</link>
			<description>Fala galera dos Freesurfers, fala galera do Surfsauros!!! Desculpem a demora do meu relato, mas tive alguns contratempos!Bom, ir para a Indon&amp;eacute;sia sempre foi meu maior sonho, ent&amp;atilde;o decidi que em 2011 eu iria. Procurei o Eric da Mentawai para me ajudar na organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dessa trip, mas infelizmente ele veio a falecer e acabei tendo que correr atr&amp;aacute;s de tudo.Escolhi ir em Setembro por ser um per&amp;iacute;odo bom de ondas, fiz uma prepara&amp;ccedil;&amp;atilde;o f&amp;iacute;sica mais voltada para o surf e procurei estudar sobre o lugar antes de qualquer coisa. O per&amp;iacute;odo de ondas l&amp;aacute; &amp;eacute; de Maio a Outubro, sendo que o swell &amp;eacute; mais forte em Junho e Julho, mas tb &amp;eacute; bem mais crowded).Bom, dia 13/09 embarquei para SP, fiz escala em Dubai(14horas de v&amp;ocirc;o) e logo em seguida para Jakarta(mais 8 horas de v&amp;ocirc;o), onde passei uma noite. No dia seguinte peguei outro v&amp;ocirc;o para Padang, onde o pessoal da King Millenium foi me receber. Fui direto para um Hotel encontrar com os espanh&amp;oacute;is. Enquanto esper&amp;aacute;vamos mais um brasileiro, pegamos um  taxi  para dar uma volta pela cidade e fazer umas compras nas surfshops.Fomos para o porto e pegamos o barco com destino a t&amp;atilde;o sonhada Mentawai. Viajamos durante dois dias at&amp;eacute; chegar em Lance&amp;#39;s Left, nosso primeiro pico de surf.Estavamos tentando dormir naquele balan&amp;ccedil;o todo de mar aberto, quando de repente o barco para e come&amp;ccedil;a aquele barulho de corrente ancorando. Em seguida aparece nosso guia pulando dizendo que tem altas ondas. Saltamos dos beliches e saimos do barco at&amp;eacute; a proa quando nos deparamos com a vis&amp;atilde;o do para&amp;iacute;so. S&amp;oacute; o que contrastava um pouco com isso era a crowd. Nesse momento o para&amp;iacute;so deixou de ser t&amp;atilde;o  perfeito  assim. O nosso guia fala:  Galera, podem cair e fazer a cabe&amp;ccedil;a. Esse &amp;eacute; um dos picos mais tranquilos para surfar . E n&amp;oacute;s fomos com toda vontade.Entramos no ding aos poucos e fomos at&amp;eacute; o pico. Saltamos dele e remamos para o final da fila, a qual  deveria  ser respeitada. Na minha primeira onda, pego uma boa onda, mas n&amp;atilde;o consigo passar pela primeira sess&amp;atilde;o, me fechando e jogando direto para cima da bancada. Procurem imaginar um  gato arisco  saltando em cima da bancada!!! heheheMe cortei todo, principalmente nos p&amp;eacute;s. Passado o primeiro sufoco, voltei para o pico pensando na merda que tinha feito caindo sem botinha(acreditei no guia que disse ser tranquilo o lugar). Continuei pegando as ondas, por&amp;eacute;m mais esperto(saindo por cima ou tentando furar a parede) at&amp;eacute; que reparei que a galera come&amp;ccedil;ou a se cortar tb. O clima come&amp;ccedil;ou a ficar tenso dentro d&amp;aacute;gua e resolvi chamar o ding para voltar pro Barco. Chegando l&amp;aacute;, vejo uma galera limpando as feridas. Pensei comigo:  bom, n&amp;atilde;o fui s&amp;oacute; eu que me cortei . Nisso chega o &amp;uacute;ltimo espanhol e quando olhamos para ele, estava lavado de sangue(de cima a baixo). Eu j&amp;aacute; estava mal com o balan&amp;ccedil;o do barco, depois de ver a cara desse louco,quase chamei o  Hugo . Para sorte de todos, o outro brasileiro veio gritando:  Relax guys, I&amp;#39;m a Doctor!!! . Gra&amp;ccedil;as a Deus tinha um m&amp;eacute;dico na barca e p&amp;ocirc;de cuidar do espanhol. Bem, acho que a foto j&amp;aacute; diz tudo...Depois de reunir a galera e decidir que o gringo ficaria com a gente no barco, almo&amp;ccedil;amos, descan&amp;ccedil;amos e fizemos mais uma session de surf a tarde, por&amp;eacute;m de botinha e lycra. No final do dia resolvemos ir para outro pico. Passamos a noite viajando.No terceiro dia surfamos em Thunders, uma esquerda forte e r&amp;aacute;pida. Particularmente foi um dos picos que mais me adaptei. Depois de surfar o dia todo, retornamos ao barco e seguimos viagem.Eu fiquei na parte de cima do barco curtindo o visual enquanto a ondula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de mar aberto nos fazia balan&amp;ccedil;ar parecendo at&amp;eacute; que o barco iria virar. Ao inv&amp;eacute;s do esperto aqui ir para o quarto e se deitar, resolvi colocar um deck numa de minhas pranchas at&amp;eacute; que o bixo pegou. N&amp;atilde;o demorou para eu ficar  mareado . N&amp;atilde;o preciso dizer que vomitei at&amp;eacute; o que n&amp;atilde;o tinha. Nem o dramim resolveu. Para aqueles que sofrem desse mal,existem pequenos resorts para aqueles que preferem ficar em terra firme como em Lance&amp;#39;s, Macca&amp;#39;s e outros picos.Durante a noite a gente pescava, curtia os peixes que surgiam atra&amp;iacute;dos pela luz do barco, as vezes cardumes inteiros cruzavam na nossa frente. Vimos muitas serpentes marinha, morea, peixe voador(sim, eles voavam de verdade), lagarto, lagartixas, tartarugas marinha, baleias, golfinhos, arraia, etc...Bem, surfamos Rags Right, uma direita tranquila e boa de surfar. Isso at&amp;eacute; irmos para  The Hole . Chegamos l&amp;aacute; e por incr&amp;iacute;vel que pare&amp;ccedil;a, n&amp;atilde;o tinha nenhum barco na volta. O tempo estava feio, mas com altas ondas. Chegando perto, a onda era muito maior e mais forte que aparentava ser de longe. Lembrava Teahupoo no Tahiti. A onda dava um frio na barriga. Como o tempo estava estranho, a maioria n&amp;atilde;o quis cair, mas eu acabei indo com mais 3 espanhois. Custamos a pegar a primeira onda, mas os 3 espanhois estavam quebrando a vala. Deram show de surf. Eu remei um pouco mais para o rabo da onda e sai completamente adrenalisado. At&amp;eacute; que o tempo fechou de vez e come&amp;ccedil;ou a cair chuva, raio, trov&amp;atilde;o e uma serra&amp;ccedil;&amp;atilde;o enorme, n&amp;atilde;o deixando a gente ver mais o barco. Nessa hora eu realmente fiquei  cagado  com a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, e para piorar, tentei pegar uma onda para tentar me aproximar do barco e acabei vacando! Eu cai no meio do reef e veio uma s&amp;eacute;rie atr&amp;aacute;s. A bancada estava muito rasa, pensei que seria varrido pra cima dela, tendo que sair pela praia. Se isso acontecesse, certamente eu ficaria todo cortado, mas felizmente consegui sair remando pelo lado do canal.Ai os espanhois viram que a coisa tava feia e resolvemos sair os 4 juntos. Depois de toda essa tens&amp;atilde;o, nos avisaram que havia dado um tremor de terra de baixa magnitude.Ent&amp;atilde;o decidimos ir para o Playground surfar as ondas perfeitas de Beng Beng, E-bay, Hideaways, ScareCrows, Telescopes, entre outras...Abrindo um par&amp;ecirc;nteses, no dia 23 de Setembro foi meu anivers&amp;aacute;rio e o cozinheiro do barco preparou um bolo de anivers&amp;aacute;rio pra mim. Fizemos uma festinha comemorativa com direito a muita m&amp;uacute;sica e bintang(lembrando que eu n&amp;atilde;o bebo).Depois de 2 dias no Playground, passamos por HT&amp;#39;s e s&amp;oacute; ent&amp;atilde;o para a t&amp;atilde;o sonhada esquerda de Macca&amp;#39;s. Esperamos o pulso de swell entrar no dia certo para surfar essa onda.Ficamos fazendo a cabe&amp;ccedil;a nesse pico at&amp;eacute; enjoar de tanta perfei&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Quando o pico ficou crowded demais, decidimos voltar para surfar mais uma vez Thunders e encerrar nossa boat trip. Todos n&amp;oacute;s saimos agradecidos por estarmos inteiros e vivos.Retornamos ao porto de Padang e depois para o mesmo hotel de antes. Nos despedimos dos espanhois e fomos para o aeroporto rumo a Jakarta. Em Jakarta me despedi do carioca e do paulista e segui minha viagem para Denpasar(Bali). Passado alguns problemas na sa&amp;iacute;da do aeroporto, peguei um taxi para Uluwato. Tive sorte de conseguir vaga numa pousada pr&amp;oacute;xima a praia, pois cheguei a meia-noite l&amp;aacute;. Na manh&amp;atilde; do dia seguinte fui direto para o pico surfar outra onda que sempre quis conhecer. Chegando l&amp;aacute;, pude ver do alto os v&amp;aacute;rios picos quebrando com perfei&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Sem pensar duas vezes desci o penhasco e chegando l&amp;aacute; embaixo percebi que a mar&amp;eacute; estava enchendo, mas na ansiedade passei entre as fendas dos rochedos, entrei no canal e remei at&amp;eacute; o pico. Comecei a pegar uma das sess&amp;otilde;es dessa onda incr&amp;iacute;vel. Tinha uma sess&amp;atilde;o que ela preparava a parede e outra onde era um tubo incr&amp;iacute;vel. Tinha que ficar ligado pq ela mudava de sess&amp;atilde;o rapidamente. Conforme fui pegando confian&amp;ccedil;a na onda e no lugar, fui deixando a corrente de retorno me levar mais no pico para pegar mais no cr&amp;iacute;tico, por&amp;eacute;m percebi que a mar&amp;eacute; estava muito cheia e as ondas estavam aumentando de tamanho. Quando entrou a s&amp;eacute;rie eu procurei pegar a segunda onda. J&amp;aacute; desci botando pra parede mas vi que ela estava empinando cada vez mais at&amp;eacute; que fui ficando para tr&amp;aacute;s no tubo e n&amp;atilde;o consegui passar a sess&amp;atilde;o. Depois de alguns segundos revirando na bancada, consegui tomar ar at&amp;eacute; ver a onda de tr&amp;aacute;s chegar. Era maior de todas e qdo tentei dar o joelhinho ela me arrancou a prancha e me revirou por mais um tempo. Eu n&amp;atilde;o estava acostumado com ondas daquele tamanho. O mesmo aconteceu com a terceira, a quarta, a quinta onda... Nesse momento eu olho para tr&amp;aacute;s e vejo o pared&amp;atilde;o de pedra logo atr&amp;aacute;s de mim e sei que embaixo estava a bancada. Quando veio mais uma onda eu n&amp;atilde;o tive mais for&amp;ccedil;a pra lutar e simplesmente deixei me sacudir. Nessa hora eu rezei para todos os santos que vieram na minha cabe&amp;ccedil;a, pedindo para sair dessa situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e tb para n&amp;atilde;o arrebentar meu leash. Ent&amp;atilde;o eu olho para o lado e vejo mais uns 4 caras na mesma situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que eu. Foi ai que tirei for&amp;ccedil;a para continuar remando e finalmente conseguir voltar para o canal de retorno. Chegando l&amp;aacute; eu sento na prancha para respirar e reparo que o tamanho das ondas tinha mudado e j&amp;aacute; n&amp;atilde;o tinha confian&amp;ccedil;a para dropar ondas daquele calibre. Ent&amp;atilde;o fiquei esperando a onda e o momento certo para remar e sair, pq se eu passasse da fenda, teria que fazer toda a volta novamente. Com a mar&amp;eacute; no &amp;aacute;pice, a corrente fica mais forte na hora de sair, dificultando a minha vida! Ent&amp;atilde;o chegou o momento, remei e dropei reto em dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o a fenda, usei minhas &amp;uacute;ltimas for&amp;ccedil;as para remar contra a corrente at&amp;eacute; conseguir sair. Subi de arrasto o penhasco e qdo chego l&amp;aacute; em cima, vejo um salva-vidas gritando para instruir um surfista que tinha perdido a prancha. No consa&amp;ccedil;o que eu estava, n&amp;atilde;o fiquei para ver o desenrolar dessa hist&amp;oacute;ria.Chegando na pousada entrei na piscina e fiquei relaxando e relembrando tudo que passei. Pensei que n&amp;atilde;o surfaria mais nesse pico, mas no dia seguinte fui de novo, por&amp;eacute;m n&amp;atilde;o mais no &amp;aacute;pice da mar&amp;eacute; cheia. Mas por outro lado tinha que cuidar com a bancada que estava bem mais rasa!Surfei mais alguns dias em Uluwato e nos &amp;uacute;ltimos 3 deixei para passear e conhecer os templos.Conheci mais 3 cariocas(pai, filho e um velho amigo), alugamos um carro e fomos fazer o nosso roteiro. Fomos para Kuta algumas vezes, na Legian, Ubud, conhecemos templos como Tanah Lot, Templo dos macacos, Pal&amp;aacute;cio Puri Saren, Rice Terrace, entre outros. Certamente o tr&amp;acirc;nsito de Kuta e Padang foram os que mais chamaram a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &amp;Eacute; surreal aquilo. Al&amp;eacute;m de ser m&amp;atilde;o inglesa, &amp;eacute; uma loucura. Mas o todos se respeitam e ningu&amp;eacute;m troca xingamentos. Depois que os cariocas foram embora eu aluguei uma moto para continuar conhecendo os picos.Realmente depois de vivenciar a cultura desse povo &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel entender e sentir a magia desse lugar.Com certeza pretendo voltar l&amp;aacute;, mas dessa vez para surfar tb em Desert Point, a esquerda mais perfeita da Indon&amp;eacute;sia. Fica em Lombok, arquip&amp;eacute;logo seguinte a Bali e Nias, que fica do outro lado com suas direitas perfeitas. Espero resumidamente ter passado um pouco do que vivi nessa viagem e quem quiser mais detalhes ou dicas, pode entrar em contato.Clique aqui para ver as fotos da trip ! (index.php?option=com_rsgallery2 Itemid=109 gid=13) Grande Abra&amp;ccedil;o,Daniel Danielowskiddanielowski@gmail.com</description>
			<category>Relatos e Trips - Relatos e Trips</category>
			<pubDate>Thu, 08 Dec 2011 07:46:32 +0100</pubDate>
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			<title>Ajude o Toró a ganhar uma viagem pela Nivana</title>
			<link>index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=284&amp;Itemid=52</link>
			<description>KRFWYivRMqgVai l&amp;aacute;, clique aqui e ajude o Tor&amp;oacute; a ganhar uma viagem pela Nivana (http://www.escolhanivana.com.br/comente-video.php?id_video=16)  </description>
			<category>Campanhas - Campanhas</category>
			<pubDate>Wed, 29 Jun 2011 07:21:48 +0100</pubDate>
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			<title>Não deixe a turma do surf ficar incompleta</title>
			<link>index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=283&amp;Itemid=50</link>
			<description>4fim5yiiEZA</description>
			<category>Vídeos - Vídeos de Surf</category>
			<pubDate>Wed, 22 Jun 2011 12:34:18 +0100</pubDate>
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			<title>Itapirubá</title>
			<link>index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=282&amp;Itemid=35</link>
			<description>Alexandre  Tio da Van  em Itapirub&amp;aacute; - Foto: Danico - Assist&amp;ecirc;ncia T&amp;eacute;cnica:  seu  Oscar Devitta</description>
			<category>Flash de Notícias - Flash de Notícias</category>
			<pubDate>Sun, 15 May 2011 10:02:19 +0100</pubDate>
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			<title>Física do Surf</title>
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			<description>7ArZRFB2Qd8</description>
			<category>Vídeos - Vídeos de Surf</category>
			<pubDate>Thu, 28 Apr 2011 09:00:53 +0100</pubDate>
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			<title>Dica prá não embaçar a Gopro</title>
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			<description>XTBHigZbA2U</description>
			<category>Artigos e Dicas - Artigos e Dicas</category>
			<pubDate>Wed, 27 Apr 2011 13:04:09 +0100</pubDate>
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			<title>Costa Rica 2011 - Parte 4 &amp; 5</title>
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			<description>Despedimos-nos de Pavones com um dia de surf pequeno, mas bem alinhado. O swell vinha baixando e ap&amp;oacute;s o a session matinal, batemos aquele prato e ca&amp;iacute;mos na estrada. Est&amp;aacute;vamos no meio de nossa trip na Costa Rica e planej&amp;aacute;vamos chegar no inicio da noite em Santa Tereza, mas devido a algumas paradas que fizemos em alguns mirantes maravilhosos para sess&amp;otilde;es de fotos intermin&amp;aacute;veis nas mesmas poses de sempre e um monte de &amp;ldquo;pit stop&amp;rsquo;s&amp;rdquo; em lojas de souvenires, nossa! Como as mulheres gostam dessas coisas. Se dependesse dela ter&amp;iacute;amos que fretar um navio com todas aquelas bugigangas e lembrancinhas pra quem eu nem me lembrava de que existia. Ser&amp;aacute; que as lembrancinhas tem esse nome pra gente se lembrar das pessoas que a gente n&amp;atilde;o se lembra ou pra eles se lembrarem da gente? Ou seria pra eles se lembrarem do lugar que nos lembramos deles?... ahhh deixa pra l&amp;aacute;. Mas voltando aos fatos, nos atrasamos no nosso trajeto e decidimos dormir em Esterillos Oeste, no &amp;uacute;nico hotel que h&amp;aacute; por l&amp;aacute;, p&amp;eacute;ssimo por sinal, sujo e muito mal administrado, fato este que nos fez logo pela manha partir para Playa Hermosa, outro surf point bem legal que fica ali do lado h&amp;aacute; uns 10 km ao norte. Estruturada e com muitas op&amp;ccedil;&amp;otilde;es de restaurantes, cabinas e uma onda bem &amp;ldquo;power&amp;rdquo;. Do jeito que eu gosto.Playa Hermosa respira e exala surf por toda parte, te faz se sentir em casa e os locais s&amp;atilde;o muito gente fina. Logo de cara fui procurar um lugar pra ficar e fui surpreendido com um sujeito quase rastaf&amp;aacute;ri que olhou pra mim e sem que eu dissesse uma palavra gritou: &amp;ldquo;Poooorra cara! E aew merm&amp;atilde;o, beleza?&amp;rdquo;.  Eu disse; fala merm&amp;atilde;o tu &amp;eacute; brasileiro? Foi quando ele me falou em espanhol que n&amp;atilde;o, mas que tinha aprendido aquelas duas &amp;uacute;nicas frases em portugu&amp;ecirc;s. Eu falei: Mas como voc&amp;ecirc; sabia que eu era brasileiro? Ele s&amp;oacute; deu uma risadinha ir&amp;ocirc;nica e n&amp;atilde;o me respondeu. At&amp;eacute; hoje t&amp;ocirc; com a pulga atr&amp;aacute;s da orelha. Esse camarada &amp;eacute; o Jorge Ratin, um local muito figura que sa&amp;uacute;da a todos com um sonoro &amp;ldquo;YEAH BODY!&amp;rdquo;. Al&amp;eacute;m de surfista local, professor de surf e maluco, Jorge &amp;ldquo;yeah Body&amp;rdquo; katin &amp;eacute; dono de pelo menos tr&amp;ecirc;s pousadas em Hermosa, as cabinas do cara s&amp;atilde;o tudo de bom, sem contar que tem uma que fica com a porta do quarto direto na vala. Se vacilar, periga o cara voltar de um a&amp;eacute;reo e cair na rede do terra&amp;ccedil;o. Como eu tamb&amp;eacute;m n&amp;atilde;o tenho muito ju&amp;iacute;zo, o cara foi meu parceiro de surf nos quatro dias que passei por l&amp;aacute;. &amp;ldquo;Yeah Body&amp;rdquo; tem um monte de p&amp;ocirc;steres autografados pela galera do WCT que ele exibe com o maior orgulho. No mar o maluco fazia mais barulho do surf, &amp;eacute; verdade, mas tinha a maior moral com os locais e gringos. Falando em gringos, que v&amp;iacute;amos era uma verdadeira invas&amp;atilde;o estrangeira em Hermosa, gente de toda parte do mundo e fazendo um surf de alt&amp;iacute;ssimo n&amp;iacute;vel, chegava a dar raiva de vez em quando. Tinha um franc&amp;ecirc;s que quebrava tudo e parecia ter o dom da onipresen&amp;ccedil;a, em toda onda que eu e o &amp;ldquo;Yeah Body&amp;rdquo; pens&amp;aacute;vamos em pegar, l&amp;aacute; estava o franc&amp;ecirc;s sempre melhor colocado e com motor de popa de uns cinquenta cavalos na prancha avisando com uns gritinhos francesinhos que tava passando voado! Eu disse &amp;ldquo;VOADO&amp;rdquo;! Apesar de querer dizer mesmo outra coisa. Nosso colega &amp;ldquo;Sarcosi&amp;rdquo; nos encheu tanto a paci&amp;ecirc;ncia que nos fez colocar no dito-cujo o carinhoso apelido de &amp;ldquo;Franc&amp;ecirc;s FDP&amp;rdquo;. Mas em meio a muitas risadas e zoa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dropamos altas, principalmente nos dois &amp;uacute;ltimos dias. A onda em Playa Hermosa &amp;eacute; bem r&amp;aacute;pida e fechadeira, porem se o guerreiro sobreviver ao drop e por nos trilhos h&amp;aacute; tempo, d&amp;aacute; pra desenvolver bem at&amp;eacute; a jun&amp;ccedil;&amp;atilde;o que na maioria das vezes costuma ser bem punk. Rola para os dois lados e o fundo &amp;eacute; bem tranquilo. Formado de areia fina e vulc&amp;acirc;nica, que a gente sempre traz de lembran&amp;ccedil;a de l&amp;aacute;, mesmo sem querer. Passei uma semana tirando aquela areia preta do meu ouvido. Pode crer... se vacilar ainda tenho hoje.Extra surf a Costa Rica tem uma grande diversidades de atra&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Parques ecol&amp;oacute;gicos irados como Manoel Ant&amp;ocirc;nio, vulc&amp;otilde;es ativos e uma porrada de passeios do tipo elo perdido. Dentre os quais um chamou nossa aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o que porque havia um folder que mostrava um maluco que alimentava um crocodilo gigantesco pra quem quisesse ver. Decidimos conferir essa, mas isso &amp;eacute; uma outra doidera que contarei no pr&amp;oacute;ximo relato...                                                  ...continua.</description>
			<category>Relatos e Trips - Relatos e Trips</category>
			<pubDate>Mon, 11 Apr 2011 07:31:08 +0100</pubDate>
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			<title>Costa Rica 2011 - Parte 3</title>
			<link>index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=278&amp;Itemid=107</link>
			<description>Amanhece o quarto dia de CR e saio da cabina do &amp;ldquo;Willy Willy&amp;rsquo;s&amp;rdquo;, onde ficamos &amp;ldquo;mui bien&amp;rdquo; acomodados e ainda na alvorada levantei para ver o mar. Eeeh meus parceiros... N&amp;oacute;s est&amp;aacute;vamos em Pavones. O cen&amp;aacute;rio que t&amp;iacute;nhamos visto s&amp;oacute; pelo computador estava ali na nossa frente, o Swell estava decrescente &amp;eacute; verdade, mas o que eu vi foi mais do que suficiente pra me deixar feliz. As esquerdas maiores deviam estar com uns 3 a 4 p&amp;eacute;s e de uma perfei&amp;ccedil;&amp;atilde;o de dar &amp;aacute;gua na boca em qualquer dinossauro &amp;ldquo;goofy foot&amp;rdquo; como eu. E Pasmem galera! Por incr&amp;iacute;vel que pare&amp;ccedil;a o sol ainda estava dormindo e j&amp;aacute; tinha tr&amp;ecirc;s cabe&amp;ccedil;&amp;otilde;es no &amp;ldquo;out side&amp;rdquo;, sinal de que eu estava atrasado. Sendo assim corri pra pegar minha prancha e montar o acampamento da minha fot&amp;oacute;grafa quase semi-profissional para que registrar tudo.Pavones &amp;eacute; um para&amp;iacute;so escondido no meio do nada, dono de uma onda &amp;uacute;nica e um povo simp&amp;aacute;tico e hospitaleiro, as poucas demonstra&amp;ccedil;&amp;otilde;es de hostilidade e falta de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que vi partiram dos nossos &amp;ldquo;amigos&amp;rdquo; americanos que por l&amp;aacute; s&amp;atilde;o que nem &amp;ldquo;gremlins&amp;rdquo;, voc&amp;ecirc; joga &amp;aacute;gua nascem no m&amp;iacute;nimo duzentos. No mais foi s&amp;oacute; festa. Uma experi&amp;ecirc;ncia inesquec&amp;iacute;vel vivida nos quatro dias que ficamos por l&amp;aacute;. Posso afirmar com certeza que surfei as esquerdas mais longas perfeitas de minha vida por em Pavones. O fundo de &amp;eacute; feito de pedras em sua maioria pequenas e redondas, apesar de bem rasa, n&amp;atilde;o assustam muito. Mas com mar bombando &amp;eacute; bom n&amp;atilde;o despencar de cabe&amp;ccedil;a na maior da s&amp;eacute;rie ou na jun&amp;ccedil;&amp;atilde;o l&amp;aacute; na beira porque fica bem raso por ali. Por varias vezes as pedras deram um chega pra l&amp;aacute; nas minhas quilhas no finalzinho das ondas.Uma coisa que me chamou a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi a espera entre as s&amp;eacute;ries. Eu que sou acostumado com o nosso velho e bom Oceano Atl&amp;acirc;ntico, fiquei impressionado com a calmaria que batia de vez em quando naquela mar. Devido &amp;agrave; posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o geogr&amp;aacute;fica da boca da ba&amp;iacute;a onde fica situada Pavones existem per&amp;iacute;odos de 10 a 15 minutos sem qualquer ondula&amp;ccedil;&amp;atilde;o que faziam a gente se perguntar se algu&amp;eacute;m havia desligado a m&amp;aacute;quina dos sonhos, mas de repente rolava uma s&amp;eacute;rie de cinco ou seis linhas perfeitas que faziam a festa da galera.  Apesar de n&amp;atilde;o ter sido agraciado com uma ondula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de sul, que &amp;eacute; a que o pico precisa pra funcionar de boa, estar l&amp;aacute; foi um privil&amp;eacute;gio e sou muito grato a Deus por isso.A gastronomia do lugar &amp;eacute; simples, mas a gente comeu feito uns animais, a culin&amp;aacute;ria Costa-riquenha n&amp;atilde;o tem mis&amp;eacute;ria, os pratos s&amp;atilde;o bem fartos e deliciosos, o que &amp;eacute; um perigo pra quem n&amp;atilde;o quer afundar com prancha e tudo no &amp;ldquo;Line up&amp;rdquo;. Sugiro a quem interessar possa, que prove o arroz com camarones do restaurante ao lado do campo de futebol e a pizza da Pizzeria La Pi&amp;ntilde;a. Vale salientar que os pre&amp;ccedil;os em Pavones s&amp;atilde;o bem mais em conta que em Jac&amp;oacute; e no norte do pa&amp;iacute;s, pra quem n&amp;atilde;o t&amp;aacute; a fim de deixar muitas Doletas na m&amp;atilde;o dos locais essa informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; sempre bem vinda.Ap&amp;oacute;s quatro dias na companhia de willy e Cia, chagamos a conclus&amp;atilde;o que dever&amp;iacute;amos pegar a carreteira norte rumo a novos picos, uma vez que o &amp;ldquo;swell&amp;rdquo; baixava mais a cada dia e n&amp;atilde;o havia previs&amp;atilde;o de melhora. Assim, bagagens postas no nosso fiel carrinho Bego que, diga-se de passagem, mostrou-se um carr&amp;atilde;o nos ralies da CR, seguimos subindo no mapa. Santa Teresa, cerca de 8 horas de estrada daquele ponto era o nosso plano, o que acabou n&amp;atilde;o acontecendo bem dessa forma. Mas d&amp;aacute; um tempo a&amp;iacute; que isso &amp;eacute; um &amp;ldquo;drop&amp;rdquo; que eu conto na pr&amp;oacute;xima s&amp;eacute;rie...Mais v&amp;iacute;deos... (http://www.youtube.com/watch?v=L099psRs3Hw)                                                                     ...continua.</description>
			<category>Relatos e Trips - Relatos e Trips</category>
			<pubDate>Sun, 03 Apr 2011 19:12:37 +0100</pubDate>
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			<title>Taça Madeirite Trópico</title>
			<link>index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=277&amp;Itemid=35</link>
			<description>O resgate da hist&amp;oacute;ria do Surf no Rio Grande do Sul foi realizado neste final de semana (26 e 27/03) atrav&amp;eacute;s do Madeirite Tr&amp;oacute;pico 2011. Igual ao passado, surfistas destemidos encararam condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es adversas por amor ao esporte, em uma grande confraterniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que reuniu os surfistas dos anos 60, 70 e 80, al&amp;eacute;m dos integrantes das baterias Pais   Filhos, Expression Session e Campe&amp;otilde;es das Ta&amp;ccedil;as Tr&amp;oacute;pico. O evento teve como palco a praia da Guarita, em Torres. Os pioneiros do surf mostraram para as gera&amp;ccedil;&amp;otilde;es futuras como era praticado um dos esportes mais populares no Brasil e no mundo. Alguns dos empres&amp;aacute;rios de renome nacional e internacional deixaram de lado o terno e a gravata para vestir as roupas de borracha e encarar a &amp;aacute;gua gelada da praia da Guarita, a catedral do surf no Rio Grande do Sul, em cima de pranchas de &amp;eacute;poca. Um dos pontos mais emocionantes do Madeirite Tr&amp;oacute;pico foi refazer a foto comemorativa do primeiro Campeonato Ga&amp;uacute;cho de Surf, realizado em 1968. H&amp;aacute; 43 anos, Marco Antonio Silva subia ao p&amp;oacute;dio carregado em cima de sua prancha feita de madeirite. Hoje n&amp;atilde;o foi diferente, os participantes das baterias de 1968 ergueram Marco Antonio em cima de uma das madeirites confeccionadas especialmente para o evento com todo o p&amp;uacute;blico ao fundo na torre do meio da Guarita. Foi o momento de maior emo&amp;ccedil;&amp;atilde;o e integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o, pois mesmo quem n&amp;atilde;o surf, mas admira o esporte, pode estar ao lado de alguns de seus &amp;iacute;dolos entrando para a hist&amp;oacute;ria. Toda a hist&amp;oacute;ria volta em minha cabe&amp;ccedil;a, ali&amp;aacute;s, de todos que estiveram aqui. O surf s&amp;oacute; me trouxe alegrias, posso ver meu filho Felipe hoje pegando muitas ondas e isto n&amp;atilde;o tem pre&amp;ccedil;o. Quando comecei a surfar imaginava que se tornaria uma febre, mas n&amp;atilde;o imaginava a enxurrada de atletas que estariam na &amp;aacute;gua, como &amp;eacute; hoje. Acompanhei de perto at&amp;eacute; a terceira gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de surfistas, depois muitos despontaram com grande sucesso. O Madeirite Tr&amp;oacute;pico trouxe a fam&amp;iacute;lia novamente a fam&amp;iacute;lia at&amp;eacute; a beira da praia. Todos est&amp;atilde;o de parab&amp;eacute;ns, o resgate da hist&amp;oacute;ria do nosso esporte foi feito , comentou Marco Antonio Silva.Ap&amp;oacute;s um ano de programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e muito trabalho para realizar um campeonato que conseguisse refazer as disputas que alucinaram gera&amp;ccedil;&amp;otilde;es, o Madeirite Tr&amp;oacute;pico deixou de ser uma id&amp;eacute;ia e projeto para se tornar o agente de recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o da mem&amp;oacute;ria do surf. Mais que isto, foi apontado por todos os participantes e o p&amp;uacute;blico que compareceu como um grande sucesso. Segundo o propriet&amp;aacute;rio da Tr&amp;oacute;pico, Gustavo Schiffino, o evento superou as expectativas.  Foi impressionante, o pessoal comprou a ideia e compareceu em massa. Foi fant&amp;aacute;stico. Pudemos ver no brilho dos olhos dos participantes a alegria de estar neste grande clima de fam&amp;iacute;lia, a fam&amp;iacute;lia do surf. Temos de agradecer o empenho de todos que vieram e nos ajudaram neste grande evento. Para o ano que vem j&amp;aacute; vamos incluir outras categorias, uma voltada as crian&amp;ccedil;as, uma com os Pais, Filhos   Netos. Teremos novidades muito legais para o p&amp;uacute;blico , declarou.Para o CEO do grupo Gerdau, Andr&amp;eacute; Bier Gerdau Johannpeter, participar do evento foi muito gratificante.  Aprendi a surfar com meu pai e hoje pude surfar ao lado do meu filho. Foi muito bom. J&amp;aacute; surfo a mais de 40 anos, aprendi aqui na Guarita. Estar aqui &amp;eacute; muito bom. Quando fui convidado n&amp;atilde;o imagina que seria t&amp;atilde;o bom assim, pude rever diversas fam&amp;iacute;lias que h&amp;aacute; muito tempo n&amp;atilde;o tinha contato. Realmente resgatou a hist&amp;oacute;ria do surf do Rio Grande do Sul. Estarei na pr&amp;oacute;xima edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, j&amp;aacute; agendei a data para o ano que vem , finalizou.O primeiro campe&amp;atilde;o da Ta&amp;ccedil;a Tr&amp;oacute;pico viajou direto de Bras&amp;iacute;lia para participar do Madeirite Tr&amp;oacute;pico. Roberto Carneiro venceu a primeira edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da competi&amp;ccedil;&amp;atilde;o em 1986, disputando em com Dinga Colognese e Cezar Franco.  Mesmo estando longe do mar ele nunca deixou de estar em minha vida. Meu filho surfa e isto &amp;eacute; um motivo de orgulho para mim. Consegui unir meu trabalho junto ao corpo de Bombeiros com o surf atrav&amp;eacute;s do projeto Surf Salva. Fico feliz por isto e por estar participando deste evento &amp;uacute;nico. &amp;Eacute; uma bela iniciativa, todos est&amp;atilde;o de parab&amp;eacute;ns , comentou. Nosso Mundo Tr&amp;oacute;picoUm verdadeiro ex&amp;eacute;rcito de crian&amp;ccedil;as se preparou vestida a car&amp;aacute;ter para recolher o lixo na praia da Guarita neste domingo. Esta &amp;eacute; uma iniciativa do projeto Nosso Mundo Tr&amp;oacute;pico, que passou o ver&amp;atilde;o recolhendo lixo em diversas praias do litoral norte ga&amp;uacute;cho. Durante a a&amp;ccedil;&amp;atilde;o, as crian&amp;ccedil;as mostraram para os adultos como fazer para manter nosso planeta mais limpo. Preserve!Festa Madeirite Tr&amp;oacute;picoChamar a festa do Madeirite Tr&amp;oacute;pico de memor&amp;aacute;vel &amp;eacute; pouco para descrever o que aconteceu na noite deste s&amp;aacute;bado na Sociedade Amigos da Praia de Torres (SAPT). Os pioneiros do Surf no Rio Grande do Sul estiveram reunidos para a entrega do  scar do surf , o Trof&amp;eacute;u Pioneiros, oferecido pelo Madeirite Tr&amp;oacute;pico, al&amp;eacute;m dos campe&amp;otilde;es do circuito Ga&amp;uacute;cho de 2010, oferecido pela Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Ga&amp;uacute;cha de Surf.Embalados pelos sons que marcaram &amp;eacute;poca, selecionados pelo DJ Ki Fornari, os amantes do esporte dos deuses polin&amp;eacute;sios puderam festejar o reencontro de gera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de surfistas do estado. Algumas das fam&amp;iacute;lias mais tradicionais do Rio Grande do Sul confraternizaram em uma grande celebra&amp;ccedil;&amp;atilde;o do surf. O destaque foi o discurso emocionado do empres&amp;aacute;rio Jorge Gerdau Johannpeter, que lembrou os primeiros passos do esporte desconhecido dos ga&amp;uacute;chos no inicio da d&amp;eacute;cada de 60. Ao se referir a sua fam&amp;iacute;lia, ele sentenciou  somos da &amp;aacute;gua, criados no mar .Confira a lista dos agraciados com o Trof&amp;eacute;u Pioneiros:Patrono: Mario Pettini.Pioneiros: Jorge Gerdau Johannpeter, Klaus Johannpeter e Frederico Johannpeter.Registro Hist&amp;oacute;rico: Eduardo Kuhn e Manoel Tostes.Servi&amp;ccedil;os prestados ao esporte e a comunidade: Zeca Scheffer, em mem&amp;oacute;ria. Empreendedor Pioneiro: Marco Aur&amp;eacute;lio Raymundo, o Morongo.Competidor Pioneiro: Paulo Sefton.Equipamento (Prancha): Speedline.M&amp;iacute;dia especializada: Quiver.Gabriel de MelloAssessoria de Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Ga&amp;uacute;cha de Surf e Madeirite Tr&amp;oacute;pico51 99429922 - @FGSurf - @tropmadeirite - imprensafgsurf@gmail.com </description>
			<category>Flash de Notícias - Flash de Notícias</category>
			<pubDate>Mon, 28 Mar 2011 08:51:52 +0100</pubDate>
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			<title>Costa Rica 2011 - Parte 2</title>
			<link>index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=276&amp;Itemid=107</link>
			<description>No nosso terceiro dia na Costa Rica, fui agraciado com um torcicolo cavernoso, que me impedia surfar e de fazer quase tudo, fato que mudou meus planos de cair novamente nas &amp;aacute;guas de Barranca. Sendo assim ficamos na piscina do hotel e eu num ato de desespero me entupi de analg&amp;eacute;sicos. Certo ou errado funcionou, e na manha seguinte acordei bem melhor. Por&amp;eacute;m decidimos por uma pequena mudan&amp;ccedil;a de planos. O Bunguee Jump que vimos ontem n&amp;atilde;o sai do meu coc&amp;atilde;o, na ocasi&amp;atilde;o um gringo Z&amp;eacute; ruela deu uma amarelada hist&amp;oacute;rica na hora de dropar de l&amp;aacute; de cima. Meu camarada! Que coisa feia. O cara desceu pelo elevador com a maior cara de &amp;ldquo;peidei!&amp;rdquo;. Sempre gostei da sensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do medo, mas com certeza o meu maior medo era desistir. Porem antes, fomos conhecer um pico que me foi muito bem recomendado, Esterillos Oeste. Que fica uns 30km ao sul de Jac&amp;oacute; e &amp;eacute; dono de uma onda bem cheia e gorda que quebra l&amp;aacute; dentro e vem sendo trabalhada at&amp;eacute; a areia, muito boa para long&amp;rsquo;s fun&amp;rsquo;s e similares, mas a galera quebra  bem de pranchinha tamb&amp;eacute;m. Posso garantir que &amp;eacute; uma das melhores e mais tranquilas ondas do local. Apesar de n&amp;atilde;o haverem imagens foi um surf muito legal que fiz em Esterillos, mas nada que me levasse a um orgasmo surf&amp;iacute;stico (por favor, perdoem este trocadilho infame). Retornamos a Jac&amp;oacute;! Est&amp;aacute;vamos bem em frente com a estrutura met&amp;aacute;lica do Pac&amp;iacute;fic Bumguee... Caraaajjjo!!!  Parecia mais alto ainda do que antes, $50,00 e 50m me separavam do salto. Tudo ok! Num piscar de olhos eu estava no lip de uma onda de 12 andares. Foi quando me deu na cabe&amp;ccedil;a de perguntar a o gordinho era respons&amp;aacute;vel pela seguran&amp;ccedil;a dos saltos quantas vezes ela j&amp;aacute; havia saltado. Para minha surpresa ele me respondeu:  Yo nunca salt&amp;eacute; hermano, Yo no estoy loco!  Ahhh T&amp;aacute;! Agora eu fiquei tranquilo. Logo ap&amp;oacute;s o gordinho s&amp;aacute;dico grita: &amp;ldquo;DEZ SEGUNDOS&amp;rdquo;! Que desespero... e antes que eu pudesse pensar em algo... abriu- se a contagem: &amp;rdquo;Cinco, Cuatro, tr&amp;ecirc;s, dos, uno ... BUNGUEE!  AHHHHHHHHHHHHH!!! Compadres! Que experi&amp;ecirc;ncia foi aquela? Tudo filmado e fotografado. Altamente recomendado para que for por aquelas bandas e gostar de testar os seus limites.Passada a euforia do Bunguee jump e das primeiras boas &amp;ldquo;olas montadas del pac&amp;iacute;fico&amp;rdquo;, aproveitamos  a adrenalina e colocamos o p&amp;eacute; na estrada rumo a Pavones, nas m&amp;atilde;os um mapa, e na cabe&amp;ccedil;a um monte de expectativas sobre aquelas esquerdas que eu s&amp;oacute; tinha visto pelo You Tube.  Cinco horas de viajem, mas que nem pareceram tanto, a paisagem exuberante e a ansiedade se encarregaram de minimizar a dist&amp;acirc;ncia. As estradas at&amp;eacute; que come&amp;ccedil;aram bem, mas aos poucos as profecias come&amp;ccedil;aram a se realizar. Buracos e estradas mal sinalizadas era apenas um press&amp;aacute;gio do que estava por vir, pois o acesso a Pavones &amp;eacute; um trecho de 50km de uma estrada, eu disse estrada? Foi mal. Aquilo pode ser qualquer coisa menos uma estrada. Um caminho de areia e pedras com v&amp;aacute;rias pontes de madeira que no inverno deve ser intranspon&amp;iacute;vel. Como j&amp;aacute; estava escurecendo, nos preocupamos com a infraestrutura de Pavones, uma vez que est&amp;aacute;vamos no meio do nada e nossas &amp;uacute;nicas refer&amp;ecirc;ncias eram algumas raras placas de madeira que encontramos pelo caminho e voltar dali era totalmente insano. Eu estava bem apreensivo, apesar de n&amp;atilde;o querer passar isso pra minha mulher. J&amp;aacute; ela n&amp;atilde;o fazia (nem dava), a menor quest&amp;atilde;o de esconder seus medos. Mas de repente, como num passe de m&amp;aacute;gica, BOOOOMM! Pavones! O lugar tem tudo e muito mais que precis&amp;aacute;vamos, pousadas, mercadinhos, restaurantes, caf&amp;eacute;s e principalmente ondas! Muitas e perfeitas ondas! Apesar de estar no come&amp;ccedil;o da noite, era poss&amp;iacute;vel ver a perfei&amp;ccedil;&amp;atilde;o daquela ondula&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Era um sonho ver como ela vinha formada j&amp;aacute; do horizonte e estacionava na praia a 45 graus. Mal sabia eu que o que eu via era apenas o fim da onda, pois o pico mesmo ficava a uns 150m dali.  Mas isso a gente vai descobrir juntos na pr&amp;oacute;xima sess&amp;atilde;o da hist&amp;oacute;ria...Clique aqui para ver as fotos. (index.php?option=com_rsgallery2 Itemid=109 gid=12) Continua ...</description>
			<category>Relatos e Trips - Relatos e Trips</category>
			<pubDate>Mon, 28 Mar 2011 06:27:56 +0100</pubDate>
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			<title>Costa Rica 2011 - Parte 1</title>
			<link>index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=275&amp;Itemid=107</link>
			<description>EHHH galera... C&amp;aacute; est&amp;aacute;vamos n&amp;oacute;s, eu e minha mulher, dia 01 de fevereiro de 2011. Depois de meses de ansiedade est&amp;aacute;vamos prestes a embarcar para nossa primeira trip internacional. Tempo de viagem, swell, custos e recep&amp;ccedil;&amp;atilde;o local eram s&amp;oacute; algumas das muitas d&amp;uacute;vidas que nos perturb&amp;aacute;vamos. Certa vez vi escrito em bom portugu&amp;ecirc;s a frase: &amp;ldquo;A felicidade n&amp;atilde;o est&amp;aacute; no destino e sim na jornada.&amp;rdquo; Frase que durante essa trip novamente veria s&amp;oacute; que em espanhol. Mas isso eu conto mais &amp;agrave; frente.  Sendo assim curtimos ao m&amp;aacute;ximo nossa jornada que apesar de cansativa foi bem interessante. J&amp;aacute; na conex&amp;atilde;o no Peru minha esposa mostrou pra que veio e come&amp;ccedil;ou a pesar nossas bagagens com suvenires das terras dos incas. Tudo de boa e ap&amp;oacute;s quase 22 horas de viajem, pois afinal do recife a San Jos&amp;eacute; foram tr&amp;ecirc;s voos e duas conex&amp;otilde;es com dois check-in diferentes, chegamos a Costa Rica. Bagagens em m&amp;atilde;os, alf&amp;acirc;ndega e imigra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de praxe, seguimos para o sagu&amp;atilde;o para o contato com a locadora de veiculo. Neste ponto, eu, ainda acostumado com o aeroporto dos Guararapes fui garfado em cinco doletas por um carregador de bagagens que, sem exagero, s&amp;oacute; atravessou a rua com minhas malas. Mas passou. Com o carrinho que hav&amp;iacute;amos reservado, o tal do Daihatsu Be-Go na m&amp;atilde;o, seguimos rumo &amp;agrave; J&amp;aacute;c&amp;oacute;, que era onde est&amp;aacute;vamos instalados com reserva somente neste dia. Ainda na estrada, tivemos a primeira agrad&amp;aacute;vel surpresa, pois as estradas estavam em estado de novas, enquanto que 101 dos 100 depoimentos que li antes da viajem falavam muito mal das estradas. Na real, as carreteiras (estradas) principais n&amp;atilde;o ficam atr&amp;aacute;s das nossas no tocante ao estado e funcionalidade. Em Jac&amp;oacute;, o que vimos foi uma &amp;ldquo;surf city&amp;rdquo; bem maneira, com toda infra que um viajante precisa, salientando positivamente a variedade de op&amp;ccedil;&amp;otilde;es de com&amp;eacute;rcio, gastronomia hotelaria e negativamente os pre&amp;ccedil;os de algumas paradas que eram bem altos. Na pr&amp;oacute;pria Jac&amp;oacute; rola altas ondas, porem nos dias que chegamos a primeira imagem foi bem decepcionante. Uma marzinho pequenino e fechadeiro bem parecido com Maraca&amp;iacute;pe-PE nos dias ruins, que fazia qualquer colocar em duvida os relatos de ondas perfeitas e surf&amp;aacute;veis da CR. Enfim bola pra frente, parafina na prancha, acordamos cedo no dia seguinte e encontramos no mesmo hotel que est&amp;aacute;vamos um grupo de tr&amp;ecirc;s brasucas que falaram muito bem de Boca Barranca, j&amp;aacute; que a dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o do swell daqueles dias estava favorecendo aquele tipo do fundo. Mas a&amp;iacute; veio os velhos conselhos: &amp;ldquo;Bhother, vai bem cedinho que o vento ta &amp;ldquo;punk&amp;rdquo; e quando d&amp;aacute; uma 09:00h o pico j&amp;aacute; n&amp;atilde;o fica de boa.&amp;rdquo; Disse o carioca que n&amp;atilde;o ocasi&amp;atilde;o nem perguntei o nome. Ai ai ai... Minha m&amp;atilde;e sempre me deu altos conselhos e como a maioria de n&amp;oacute;s... bah t&amp;ocirc; nem a&amp;iacute;... Bom, sa&amp;iacute;mos voados em dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao norte, j&amp;aacute; que o Rio barranca fica bem perto dali fica o pico de Boca Barranca, s&amp;oacute; que inventamos de parar para comer, o que nos custou quase uma hora, quando chegamos ao pico j&amp;aacute; era por volta de 09:30h e ap&amp;oacute;s a prepara&amp;ccedil;&amp;atilde;o das c&amp;acirc;meras e acomoda&amp;ccedil;&amp;atilde;o da patroa no estacionamento do &amp;ldquo;Segundo&amp;rdquo;, local de l&amp;aacute; que saca os carros dos gringos e tem um esp&amp;eacute;cie de chal&amp;eacute; que &amp;eacute; o ponto mais pr&amp;oacute;ximo da boca do rio onde rolam as ondas, o lugar d&amp;aacute; uma seguran&amp;ccedil;a pra que vai ficar de fora d&amp;rsquo;&amp;aacute;gua, pois em Boca, existem v&amp;aacute;rios relatos de viol&amp;ecirc;ncia contra turistas. Por isso se vc estiver com sua dona por l&amp;aacute;, vale muito a pena perder o apego a uns 3000 colones e deixar o carro com o Segundito, diga-se de Passagem, eh o mesmo nome do meu filho ai ficou f&amp;aacute;cil lembrar. A vis&amp;atilde;o do mar era impressionante, uma esquerda de uns 5 p&amp;eacute;s que quebrava h&amp;aacute; uns 400mts de onde est&amp;aacute;vamos e que parecia intermin&amp;aacute;vel. Entrei naquele velho &amp;ecirc;xtase que nos &amp;eacute; peculiar e me apressei pra cair logo no mar. Resolvi entrar pelo rio, que me parecia o caminho mais perto para o &amp;ldquo;out side&amp;rdquo;, porem j&amp;aacute; tinha lido sobre alguns ataques de crocodilo durante essa travessia, sinceramente n&amp;atilde;o costumo dar ouvidos pra essas coisas (igualzinho aos conselhos), mas n&amp;atilde;o vou negar um ligeiro, digamos assim, caga&amp;ccedil;o! no meio do caminho. Mas pelo visto, o bichos n&amp;atilde;o estavam com fome ou eu n&amp;atilde;o era t&amp;atilde;o apetitoso assim. Ahhh! Enfim o pico, nem acreditava, parecia surreal, aquelas ondas, j&amp;aacute; na primeira remada senti o peso, literalmente, do vento absurdo que soprava na dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o contr&amp;aacute;ria das ondas e vi que o conselho do colega de hotel valia ouro. Quando conseguia o &amp;ldquo;Drop&amp;rdquo;, o vento se encarregava de acabar com a festa. Mas mesmo assim peguei algumas ondas bem singulares e at&amp;eacute; ent&amp;atilde;o as mais extensas que j&amp;aacute; havia visto e surfado. Enquanto isso, minha mulher que, apesar da dist&amp;acirc;ncia, estava bem localizada de c&amp;acirc;mera nova, trip&amp;eacute;, banquinho, caixa t&amp;eacute;rmica, cerveja, agua mineral e nenhuma experi&amp;ecirc;ncia fotogr&amp;aacute;fica, proporcionou um dos registros mais hil&amp;aacute;rios de nossa viagem. Simplesmente ela entrou em p&amp;acirc;nico e come&amp;ccedil;ou a falar sozinha enquanto tentava me achar com o zoom da c&amp;acirc;mera, pra &amp;ldquo;ajudar&amp;rdquo; o pai do Segundito, um velho &amp;ldquo;mui escroto&amp;rdquo;, come&amp;ccedil;ou a botar pilha falando do perigo do mar e dos outros surfistas que viraram ra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de crocodilo. Isso &amp;eacute; claro, s&amp;oacute; fez com que ela que j&amp;aacute; n&amp;atilde;o e muito tranquila, entrasse em metamorfose e amea&amp;ccedil;asse deixar tudo l&amp;aacute; e sair a minha procura a nado (detalhe: ela morre afogada at&amp;eacute; na bacia se vacilar). Sorte minha que cheguei bem a tempo de impedir essa loucura. Agora vejam s&amp;oacute;, ap&amp;oacute;s umas horas de surf for&amp;ccedil;ad&amp;iacute;ssimo e uma caminhada por cima de faixa de 200m da mais pura areia vulc&amp;acirc;nica que, meu Deus, Como aquilo &amp;eacute; quente rapaz!! Ainda tive que acalma-la, enquanto ela, feito crian&amp;ccedil;a, (parecia nossa filha de 2 anos) apontava pro veio safado, e dizia: &amp;ldquo;Ele me disse que o crocodilo tinha te comido...&amp;rdquo;. EPA! AUTO L&amp;Aacute;! Depois de 37 anos fazendo aquela fama de mau! Essa conversa de um crocodilo me comer n&amp;atilde;o pegava bem... Ent&amp;atilde;o em meio a risadas da geral e um pouco de frustra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de minha parte e nenhuma fotinha em a&amp;ccedil;&amp;atilde;o, voltamos a Jac&amp;oacute; e vimos duas paradas iradas. Um Sushi surf bar enorme um &amp;ldquo;Bunguee Jump&amp;rdquo; de mais ou menos uns 50m de altura... mas isso eu conto na pr&amp;oacute;xima parte da viajem...  V&amp;iacute;deos da Trip do S&amp;eacute;rgio (http://www.youtube.com/user/sergiologanoliveira)                                                               ...continua. </description>
			<category>Relatos e Trips - Relatos e Trips</category>
			<pubDate>Fri, 25 Mar 2011 14:08:23 +0100</pubDate>
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			<title>Audiência com a Ministra dos Direitos Humanos</title>
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			<description>Prezados Amigos, Segue audi&amp;ecirc;ncia que ocorreu nesta segunda-feira, dia 10 de jan., com a Ministra dos Direitos Humanos, Maria do Ros&amp;aacute;rio no Centro Administrativo do Estado, onde ela recebeu em m&amp;atilde;o o Dossi&amp;ecirc; das DEN&amp;Uacute;NCIAS sobre a &amp;ldquo;fraude no anzol&amp;rdquo; relativo a mat&amp;eacute;ria da &amp;uacute;ltima Revista ISTO&amp;Eacute;, sobre os &amp;ldquo;pseudo&amp;rdquo; pescadores no RS, e das 49 mortes de surfistas na Costa Ga&amp;uacute;cha e a falta de salva-vidas nas Guaritas &amp;ldquo;favela&amp;rdquo; em plena Opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o Golfinho 2011 !! Ela prontamente recebeu nossas DEN&amp;Uacute;NCIAS e marcar&amp;aacute; uma Audi&amp;ecirc;ncia com o Governador Tarso Genro e a Presidenta da Rep&amp;uacute;blica, Dilma Rousseff, para que os outros Poderes conhe&amp;ccedil;am a trag&amp;eacute;dia ga&amp;uacute;cha e tomem as devidas provid&amp;ecirc;ncias &amp;ldquo;pelo fim das redes de pesca fixas no Litoral Ga&amp;uacute;cho&amp;rdquo; e pela preserva&amp;ccedil;&amp;atilde;o da VIDA de Cidad&amp;atilde;os a beira mar !!!Att., Virgilio Panzini de MatosDiretor Instituto Thiago Rufatto/ONG Marseguro Clique aqui para ver as fotos da audi&amp;ecirc;ncia com a Ministra Maria do Ros&amp;aacute;rio/Ong-MaRSeguro (https://cid-64afeea25400904b.skydrive.live.com/redir.aspx?page=play resid=64AFEEA25400904B!201 type=5 authkey=0xmDm6tACRQ%24 Bsrc=Photomail Bpub=SDX.Photos) </description>
			<category>Campanhas - Campanhas</category>
			<pubDate>Tue, 11 Jan 2011 07:41:40 +0100</pubDate>
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			<title>Feliz Natal 2010</title>
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			<category>Flash de Notícias - Flash de Notícias</category>
			<pubDate>Wed, 22 Dec 2010 07:59:27 +0100</pubDate>
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